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Baptismo

«O santo Baptismo é o fundamento de toda a vida cristã, o pórtico da vida no Espírito e a porta que dá acesso aos outros sacramentos. Pelo Baptismo somos libertos do pecado e regenerados como filhos de Deus; tornamo-nos de Cristo e somos incorporados na Igreja e feitos participantes na sua missão.» (CIgrC 1213)

A MARCAÇÃO PARA O BAPTISMO DE CRIANÇAS (menos de 6 anos)

  • É feito directamente pelos sacerdotes.
  • Requer marcação desse encontro no Cartório Paroquial, com uma antecedência mínima de dois meses.

 

A Preparação para o Baptismo

  • Que representa para nós o Baptismo?
  • Uma tradição familiar? . . .
  • Um acto social? . . .
  • Uma maneira de festejar o nascimento do nosso(a) filho(a)? . . .
  • A entrada na Igreja, na comunidade cristã? . . .
  • Um modo de ser reconhecido como crente? . . .
  • Uma adesão à mensagem do Evangelho? . . .
  • Uma espécie de seguro “contra todos os riscos” para o bebé? . . .
  • O início de uma vida como filho de Deus? . . .
  • Uma forma de agradar aos pais, à esposa, ao marido? . . .
  • Talvez vos reconheçais em algumas destas expressões correntes . . .
  • Talvez recuseis algumas delas . . .
  • O que representa, de facto, o Baptismo?

 

Escolha dos Padrinhos

A escolha dos Padrinhos não deve ser ditada por questões de conveniência ou de interesses sociais. O critério para a escolha dos Padrinhos deve passar, em primeiro lugar, pela fé cristã e vida cristã dos mesmos.
Havendo Padrinhos, embora propostos pelos Pais, são sempre padrinhos em nome da Igreja. E o que a Igreja espera deles é que sejam capazes de ajudar os Pais na educação cristã dos seus afilhados.

Agora, o que a Lei da Igreja (Direito Canónico) diz acerca dos Padrinhos? Entre outras coisas:

  • Cân. [lei] 873 - Haja, quanto possível, um só padrinho ou uma só madrinha, ou então um padrinho e uma madrinha.
  • Cân. [lei] 874: 1º - Possua aptidão e intenção de desempenhar o múnus;
  • 2º - tenha completado dezasseis anos de idade;
  • 3º - seja católico, confirmado e já tenha recebido a Santíssima Eucaristia, e leve uma vida consentânea com a fé e o múnus que vai desempenhar;
  • 4º - não esteja abrangido por nenhuma pena canónica legitimamente aplicada ou declarada (os casados só pelo Registo Civil ou juntos e os membros de outras religiões/seitas não podem ser padrinhos no baptismo cristão).

Uma questão do tempo presente

Uma das questões que hoje se põe é a se saber se é legítimo baptizar as crianças pequeninas. Não será isso um atentado contra a liberdade do bebé? Não seria mais honesto deixar que a criança decidisse por si própria, quando atingisse a idade de o fazer? Não haverá nisto um qualquer aproveitamento disfarçado?
É bom que penseis nesta questões. Devemos todos saber dar-lhes uma resposta e depois agir em conformidade.
No entanto, podeis desde já ficar a saber, que a prática de baptizar crianças é tradição imemorial da Igreja.

Oferta por ocasião da celebração dos sacramentos.

«Assim, ordenou também o Senhor, que aqueles que anunciam o Evangelho vivam do Evangelho.» (1 Cor 9, 14)

Pelo Baptismo, os fiéis tornam-se membros efectivos da comunidade eclesial. A ela pertencem de pleno direito e por ela são solidariamente responsáveis. Não podem, por isso, esquecer a obrigação que têm de contribuir, dentro das suas possibilidades, para o bem da mesma comunidade e para o sustento daqueles que a ela se dedicam a tempo pleno, sejam eles presbíteros ou não. A Igreja não tem outra fonte de receita a não ser o contributo dos cristãos.

E depois?

O Baptismo do(a) vosso(a) filho(a) é uma etapa importante na sua vida e na vossa. A preparação para este sacramento constitui um momento forte da vossa vida cristã! Ides ficar por aí e deixar que essa luz da fé se apague quando o que ela pede é crescer? Ou ides continuar este caminho de fé ajudando o(a) vosso(a) filho(a) a aprender convosco a fé em que foi baptizado?

Não vos sentis preparados? Vinde falar com o prior que ele vos ajudará!